O lead entra no funil, recebe o primeiro contato e começa a conversar com a imobiliária. Depois, o atendimento para. Pode faltar uma resposta, uma tarefa ou uma visita que faça a negociação avançar. Como a equipe identifica esses casos e decide o próximo passo?
Essa é a conversa do Papo com Produto #17. Nicolas Andrade recebe Valdir Primo, gerente de produto da Kenlo, para demonstrar o rodízio por inatividade no Kenlo Imob, recurso vinculado ao Kenlo Leads. O episódio mostra como localizar atendimentos que aguardam interação, configurar rotinas de acompanhamento e distinguir esse processo da distribuição automática de um lead novo.
Assista ao Papo com Produto #17 para acompanhar a demonstração completa.
Por que olhar para o atendimento depois do primeiro contato?
A entrada do lead costuma receber muita atenção: de onde ele veio, a qual imóvel está associado e para qual corretor deve ser encaminhado. O episódio parte de outra pergunta: o que acontece depois que o corretor começa a atender?
Um cliente pode precisar de mais de uma conversa para esclarecer dúvidas, comparar imóveis ou combinar uma visita. Por isso, o primeiro contato não diz sozinho se o atendimento está caminhando. Valdir chama atenção para os casos que entram na esteira e ficam sem continuidade. Nicolas relaciona essa questão à jornada do lead: interesse inicial e avanço da conversa são momentos diferentes.
Para a gestão, vale observar quais atendimentos ainda têm um próximo passo e quais precisam de retomada. Essa é uma decisão de processo, não apenas uma contagem de novos leads recebidos.
Onde encontrar atendimentos aguardando interação?
Na demonstração, Valdir acessa a seção “Em atendimento” do Kenlo Imob e aplica o filtro “Aguardando interação”. Ele encontra cards sem movimentação recente, visita ou tarefa futura registrada no exemplo mostrado.
O filtro ajuda a localizar o que precisa ser analisado. A quantidade de cards exibida é da conta usada no vídeo e não representa uma média das imobiliárias. O ponto central é o método: olhar para a etapa em que o atendimento está, verificar o histórico e entender se há um próximo passo combinado antes de tomar uma decisão.
Como a imobiliária configura o rodízio por inatividade?
O recurso permite uma rotina geral ou regras separadas para venda e locação. Na configuração apresentada, cada rotina pode ter até cinco comportamentos. A imobiliária define os prazos e escolhe as ações que fazem sentido para seu atendimento.
| Ação demonstrada | O que ela representa no fluxo |
|---|
| Notificar | Lembrar o corretor de um atendimento que precisa de continuidade. |
| Transferir | Encaminhar o atendimento a outro corretor segundo a regra definida pela imobiliária. |
| Arquivar | Encerrar a permanência de um caso parado na esteira, conforme a configuração. |
Essas ações são opções de configuração. O corretor não perde automaticamente todo atendimento que passa um período sem mensagem. Valdir recomenda começar com notificações, observar a resposta da equipe e avaliar depois se transferência ou arquivamento devem entrar na rotina. Assim, a regra pode acompanhar a forma de trabalho da imobiliária.
A conversa também mostra que prazos e condições precisam ser decididos pela operação. O vídeo menciona ajustes na configuração de horário comercial; por isso, vale confirmar com a Kenlo as condições atuais antes de definir um processo baseado nesse detalhe.
Rodízio por inatividade e transferência automática: qual é a diferença?
A transferência automática discutida no episódio organiza a chegada de um lead novo. Nesse momento, a imobiliária pode aplicar regras relacionadas à origem do contato ou ao imóvel que despertou interesse.
O rodízio por inatividade trata um atendimento já iniciado. Ele pode incluir interações anteriores, histórico e mais de um imóvel. Quem assume esse caso precisa saber o que foi conversado antes de retomar o cliente. É por isso que Valdir explica os dois fluxos separadamente.
Uma forma simples de distinguir as perguntas é:
- Na entrada: quem deve receber o lead novo?
- Durante o atendimento: o caso tem continuidade? Se não tiver, qual será o próximo passo?
A segunda pergunta não tem uma única resposta obrigatória. A imobiliária escolhe quando avisar, transferir ou arquivar de acordo com as regras que configurar.
Visita ou tarefa futura conta como inatividade?
Nem todo atendimento sem mensagem recente está abandonado. Nicolas traz o exemplo de um corretor que começou a atender e marcou uma visita para as semanas seguintes. Valdir explica que, nesse cenário demonstrado, o atendimento tem um próximo passo e não deve ser tratado como inativo apenas pelo intervalo até a visita.
O mesmo raciocínio aparece para uma tarefa futura: se o cliente pediu para conversar no mês seguinte e isso foi registrado, há um compromisso de retorno. No exemplo do episódio, a tarefa é considerada na avaliação da inatividade.
Para a equipe, isso reforça uma prática útil: registrar visitas e tarefas ajuda a diferenciar uma conversa parada de uma conversa que está aguardando uma ação combinada. A equipe ainda precisa acompanhar o combinado e registrar a evolução do caso.
O que fica registrado no histórico?
Valdir mostra que ações do rodízio, como notificações e transferências, aparecem no histórico do atendimento. Isso permite verificar o que aconteceu com um caso e ajuda a equipe a entender por que ele recebeu um aviso ou mudou de responsável.
A demonstração também aborda um aviso quando a tentativa de notificação não chega ao corretor, por exemplo, se ele não está logado ou não tem o aplicativo configurado para recebê-la. No vídeo, as notificações podem aparecer no aplicativo e na web, conforme as permissões e a configuração de quem usa. Registrar uma tentativa não significa garantir que todo aviso foi recebido.
Outro detalhe operacional é o recorte de tempo: a rotina apresentada considera atendimentos dos últimos 60 dias. Para casos mais antigos, Valdir cita ações em lote de arquivamento ou transferência. A imobiliária pode usar essa distinção para discutir como cuidar da base recente e como organizar o passivo anterior.
Quem pode configurar as regras?
Segundo Valdir, o rodízio por inatividade está vinculado ao Kenlo Leads. Ele cita diretor, supervisor e auxiliar administrativo como perfis que podem configurar as rotinas. O corretor não faz essa configuração, pois ela interfere na base de atendimentos da imobiliária.
A gravação apresenta a novidade e seu funcionamento. Para entender as condições de acesso e ativação na sua operação, clientes Kenlo podem falar com o gerente de contas. Quem ainda não é cliente pode conhecer a Kenlo.
Como levar a conversa para a rotina da equipe?
Antes de configurar prazos, vale alinhar como a imobiliária define um atendimento que precisa de atenção. Estas perguntas ajudam a organizar a discussão entre gestão e corretores:
- Como identificar casos sem próximo passo? Consulte o funil e o filtro de atendimentos aguardando interação, depois revise o histórico de cada caso.
- O que conta como continuidade? Combine quando uma resposta, visita ou tarefa futura deve ser registrada para dar contexto à equipe.
- Quando avisar o corretor? Escolha prazos que façam sentido para os tipos de atendimento e observe se as notificações ajudam na retomada.
- Quando transferir ou arquivar? Defina critérios claros com a equipe. Essas ações são escolhas da imobiliária, não consequências automáticas de qualquer pausa.
- Como acompanhar o resultado da regra? Use o histórico para verificar avisos, transferências e ajustes necessários na rotina.
Para conhecer melhor as soluções, consulte os treinamentos da Kenlo.
Dúvidas frequentes sobre o rodízio por inatividade
O corretor perde automaticamente o lead quando o atendimento para?
Não. No episódio, Valdir explica que a imobiliária decide se usa só notificações ou se também configura transferência e arquivamento. Ele sugere começar pelos avisos e ajustar o processo com a equipe.
O rodízio substitui a transferência automática de leads novos?
Não. A transferência automática organiza a entrada de um lead. O rodízio por inatividade acompanha um atendimento em andamento, que pode ter histórico e vários imóveis envolvidos.
Um atendimento com visita marcada entra no rodízio?
No exemplo mostrado, uma visita ou tarefa futura registrada é um próximo passo. Valdir explica que esses casos não são tratados como inativos apenas porque a interação seguinte acontecerá depois.
E os atendimentos com mais de 60 dias?
A rotina demonstrada considera os últimos 60 dias. Para casos anteriores, o episódio menciona arquivamento ou transferência em lote. As regras aplicáveis à sua imobiliária devem ser confirmadas na configuração.
Assista à demonstração no Papo com Produto #17
Nicolas e Valdir mostram o filtro, a configuração das rotinas, o histórico e os exemplos de visita e tarefa futura. Assista para ver como os conceitos aparecem no Kenlo Imob.
Assistir ao episódio completo no YouTube
Conteúdo baseado no Papo com Produto #17, com Nicolas Andrade e Valdir Primo, gerente de produto da Kenlo.